Reciclagem de Efluentes Industriais e Chorume
Solução de Tratamento de Efluentes Sanitários e Caixa de Gordura
Matéria Orgânica Transforma

Esgotos industriais: a relevância do tratamento adequado

Publicado em 02-03-2017 17:41

A importância do tratamento de esgotos industriais

De forma geral, o tratamento de esgotos é fundamental na preservação do meio ambiente em todas suas vertentes, da doméstica à industrial, esta última, contudo, pode carregar especial risco para rios e todo o ecossistema que recebe efluentes não tratados, devido à presença de contaminantes originados de processos produtivos ou mesmo a limpeza de tanques e containers, conforme apontado pela definição da ABNT por meio da norma 9800/1987.

As consequências do não-tratamento dos efluentes incluem problemas que vão desde o odor desagradável e forte a ponto de prejudicar a operação da própria indústria, riscos à saúde dos operários e da comunidade ao redor, problemas de manutenção e desgaste da rede de esgoto e equipamentos, até a aplicação de multas e sanções pesadas que podem até chegar a inviabilizar sua continuidade operacional.

 

Os riscos são reais e as consequências, severas. Há casos registrados em que a concentração e a intensidade de substâncias ácidas e gordurosas no efluente de indústrias era tanta que poderia comprometer a infraestrutura operacional de uma ETA, o que dá uma dimensão do tipo e da extensão dos danos potenciais à vida de animais, plantas e pessoas expostas à água dos rios que recebem este tipo de descarga de poluente.

 

A própria CETESB, por exemplo, divulga periodicamente em seu site, a partir de CNPJ e/ou razão social as autuações recebidas por cada empresa. Essa informação é pública e acessível a todas as pessoas, independentemente da época da autuação. O que mostra que não realizar o tratamento de efluentes tem consequências além de punições financeiras, podendo afetar negativamente a imagem de uma empresa e sua confiabilidade perante seu público.

 

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Justamente esta gravidade faz com que órgãos como o CONAMA e suas regulamentações como a 430 e a 357 exerçam uma fiscalização rígida e cobrem uma observação rigorosa das normas e procedimentos que regem o processo de tratamento de efluentes industriais, assim como suas definições e categorias.

 

A resolução 430 dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes. Já a de número 357 determina quanto a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes. Ambas são duas importantes normas e merecem a atenção e a inclusão em uma gestão de tratamento de efluentes de uma empresa. 

 

Ainda assim, muitas empresas, por não terem grande experiência no assunto, não conseguem enxergar toda a complexidade desta questão, o que as leva a não fazer os investimentos necessários (ou fazendo-os de forma pouco efetiva); consequentemente, além dos problemas legais mencionados, esta postura pode danificar sua imagem, fazendo com que sejam percebidas como empresas irresponsáveis, algo cada vez mais prejudicial aos negócios.

 

Para as empresas, felizmente, há boas opções para manterem-se dentro das regulamentações sem que incorram em grandes impactos financeiros e operacionais. Soluções de saneamento como tratamento onsite ou off-site, por exemplo, são ideais para indústrias de diversos portes e segmentos, permitindo um bom escalonamento dos custos operacionais com mínimo impacto estrutural, ao mesmo tempo garantindo que todos os processos atendam às regulamentações e normas vigentes, preservando as finanças, a imagem, e principalmente, a comunidade e o ambiente onde a empresa atua.

 

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Tópicos: efluente industrial, tratamento de esgoto

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