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Desenvolvimento sustentável: entenda a relação entre gestão de resíduos e economia circular

Publicado em 12-01-2022 11:00

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A economia circular é um modelo que vem ganhando espaço no mundo corporativo, integrando  o desenvolvimento econômico à redução ou eliminação do desperdício de recursos através de estratégias como otimização dos processos produtivos, reúso, reciclagem e novas oportunidades de negócios. 

Para se ter ideia, uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que 76,5% das empresas desenvolvem alguma iniciativa de economia circular, mesmo que muitas vezes não tenham conhecimento que as práticas se enquadram na mesma. 

 

A prática surgiu devido ao crescimento da atividade industrial que, consequentemente, resultou no aumento também da extração de recursos naturais, tornando inviável o modelo linear pautado em extrair os materiais, transformá-los em produtos  para uso e,  por fim, descartá-los como resíduos, sem nenhuma iniciativa de reaproveitamento.

 

Com a economia circular o cenário é outro. A ideia é depender menos de matéria-prima pura, priorizando insumos que sejam mais duráveis e que possam ser reciclados. Além de ter um ganho para o meio ambiente e colaborar com o desenvolvimento sustentável, que inclusive é pauta dos objetivos da ONU, a alternativa também pode trazer benefícios institucionais para as empresas que a adotam.

Desenvolvimento sustentável: conheça os pilares da economia circular

Enquanto o modelo de economia linear gera extração contínua de recursos das mais diversas categorias, a economia circular funciona como um ciclo, com o propósito de eliminar o desperdício nos processos produtivos. Para isso, é fundamentada em três pilares:

Preservação

Este princípio tem como objetivo preservar e aumentar o “capital natural”, conceito que reforça a compreensão da vida não-humana como responsável pelos recursos básicos da economia de produção. 

Na prática, tem como meta controlar o uso de recursos finitos e equilibrar o fluxo dos renováveis para que, com atitudes como reaproveitamento e reciclagem, haja um crescimento econômico baseado no desenvolvimento sustentável. 

Otimização

Este pilar se baseia em remanufatura, reciclagem e renovação de insumos e materiais que mantenham seu nível de utilidade, tanto em relação ao ciclo biológico quanto técnico. De modo geral, se baseia em fazer com que os recursos e materiais permaneçam circulando e contribuindo com a economia de algum modo. 

Estimulação

A estimulação consiste em incentivar e apoiar o desenvolvimento a partir da consciência ambiental de gestores, colaboradores, clientes e demais públicos das organizações. Isso pode envolver um replanejamento a fim de otimizar os processos produtivos e saber lidar com a gestão de resíduos para minimizar a geração de passivos ambientais.

 

A relação entre gestão de resíduos e economia circular

 

Todos os processos anteriores podem se encaixar em diversos cenários, o que inclui também a gestão de resíduos em função da estimulação ao reaproveitamento. 

 

Uma das formas de promover esse processo é através da compostagem termofílica. Esse processo biológico de decomposição e reciclagem de resíduos sólidos permite que materiais, a princípio considerados sem valor e que provavelmente seriam destinados a aterros sanitários, sejam transformados em compostos orgânicos ricos em nutrientes e reaproveitados em outras frentes. 

 

Os produtos criados a partir da compostagem termofílica podem ser utilizados no setor agrícola e paisagístico, aplicados nos mais diversos tipos de culturas, em hortas domésticas, parques e jardins. 

O método pode ser implementado tanto em pequena escala no ambiente doméstico, com a criação de espaços em residências e pequenas empresas, quanto em escala industrial, para atender a demanda de organizações que são grandes geradoras de resíduos.

Ao investirem na técnica de compostagem, as empresas garantem a não geração de passivos ambientais e, consequentemente, problemas relacionados à corresponsabilidade.

Leia mais:

 

Desenvolvimento sustentável: 4 benefícios obtidos através da adoção da economia circular

As empresas que investem na economia circular através da gestão dos seus resíduos, tratamento de efluentes, reúso e outras formas de aplicação do conceito, obtêm uma série de vantagens, como:

 

Contribuição ao meio ambiente: a partir do aumento da vida útil de resíduos que antes seriam descartados em aterros; a empresa estará contribuindo para a preservação de recursos naturais finitos evitando a extração recorrente, como acontece no modelo linear.

 

Atendimento a legislação vigente: à exemplo, a compostagem é uma prática que também vai de encontro à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), uma das principais leis que trata sobre o gerenciamento de resíduos através da seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada aos rejeitos.

 

Alcance de novas parcerias corporativas: com a ascensão do ESG (Environmental, Social and Governance), quando olhamos pelo lado do investimento, significa que o desempenho de cada uma das siglas se tornou um importante critério, especialmente na cotação de mercado, influenciando inclusive na votação dos acionistas. Isso significa que, cada vez mais, empresários estão preocupados em apoiar financeiramente organizações que, além do lucro, busquem contribuir para a melhoria das condições do planeta. 

 

Ganhos de reputação institucional: Práticas como a economia circular e a compostagem em escala industrial podem, inclusive, serem utilizadas como atributo de marketing e vendas.

 

Isso porque o consumidor tem valorizado empresas que adotam condutas sustentáveis. Uma pesquisa do Capterra divulgada pelo G1 revelou ainda que, quando é necessário aumentar o valor de um produto ou serviço exatamente para agregar práticas ambientalmente corretas, a maioria dos consumidores brasileiros não se opõe. Entre os entrevistados, 47% concordam de alguma maneira que o preço é justo e 23% concordam plenamente com esta afirmação.

 

Ao fazer o seu papel em relação ao desenvolvimento sustentável, organizações de todos os setores e portes obtêm competitividade, confiança do público e do mercado, além de reduzirem custos e otimizarem a sua a operação.

 

Como a Tera Ambiental apoia empresas na adoção da economia circular

 

 

Com experiência adquirida desde 2000, somos referência quando o assunto é reciclagem de efluentes e compostagem industrial, recebendo resíduos líquidos e sólidos orgânicos para tratamento através de lagoas de aeração em uma das maiores e bem operadas estações de tratamento de esgotos do Brasil e pelo processo de compostagem termofílica em uma área coberta de 30.000 m². 

 

A obra que transformou estufas em um grande galpão, garantiu nossa posição de maior planta de compostagem coberta do Estado de São Paulo. Recebendo diariamente dezenas de toneladas de resíduos orgânicos urbanos, industriais e agroindustriais, os quais são transformados e reaproveitados para fins paisagísticos e na agricultura.

 

Fale com um de nossos consultores e saiba mais sobre nossa atuação.

 

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Tópicos: Gestão de Resíduos, tratamento de efluentes, economia circular

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