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Como o tratamento de resíduos pode agregar à sua meta de reciclagem

Publicado em 24-08-2017 10:27

Como o tratamento de resíduos pode agregar à sua meta de reciclagemA geração de resíduos é um tema frequente em encontros de governos e ambientalistas, principalmente com a crescente preocupação quanto ao impacto da sociedade no meio ambiente. Com isso, políticas ambientais antes cheias de brechas, foram aprimoradas e, hoje, regem todas as atividades de tratamento, transporte, análise e descarte de resíduos pelas empresas.

 

Cada vez mais, adotar uma postura sustentável passou a ser indispensável na estratégia das maiores empresas do Brasil e do Mundo. Além dos benefícios ao meio ambiente, estar de acordo com as leis ambientais proporciona mais confiabilidade do público, evita multas e punições e não compromete o funcionamento da operação..


Atingir as metas de reciclagem é uma possibilidade real para as empresas que realizam o tratamento de resíduos e efluentes. Continue lendo o artigo e entenda como essa pode ser a realidade de sua empresa.


Você sabia que é possível tratar efluentes sem gerar passivos ambientais?


Em muitos casos, a responsabilidade de tratar efluentes e resíduos é vista como uma necessidade legal ou uma ação inerente à boa gestão operacional, sem se questionar como funciona este processo e até mesmo quais os benefícios que este tipo de prática pode oferecer.


Se sua empresa gera resíduos líquidos, mais conhecidos como “efluentes”, provavelmente há algum parceiro especializado que ofereça serviços de tratamento; a questão, porém, é: você pode garantir que este fornecedor não está gerando nenhum passivo ambiental, o que pode tornar sua empresa co-responsável? O que este fornecedor está fazendo com  os resíduos gerados no processo de tratamento? O destino final desses resíduos é aterro? Você sabia que existem opções mais sustentáveis?


Diante desse cenário, estimulamos as empresas geradoras de efluentes a avaliarem todo o ciclo de destinação de resíduos de seus fornecedores. Há alternativas do reaproveitamento do lodo pela compostagem, resultando na valorização e transformação do resíduo em fertilizante orgânico composto.

 

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Recuperação do lodo pela compostagem

 

O lodo é, basicamente, uma mistura de substâncias que contém minerais, colóides e material orgânico decomposto pelo processo de tratamento dos efluentes. Passado por todas as etapas do tratamento, o efluente se encontra não poluente e pode ser finalmente destinado em um corpo d’água estabelecido previamente. No entanto, mesmo com essa parte do processo concluída, o lodo ainda precisa passar por tratamento.De forma geral, o material pode ser classificado em duas categorias: orgânico e inorgânico. Seu tratamento adequado depende de fatores como tecnologia, disposição final e espaço físico disponível, uma vez que cada uma dessas variáveis pode alterar as características físicas, químicas e biológicas do lodo.

 

De caráter complexo, o tratamento do lodo tem basicamente dois objetivos: a redução de volume e a estabilização de matéria orgânica. Todos os sistemas de tratamento de esgotos geram resíduos: escuma, material gradeado, areia, lodo primário e lodo secundário. A disposição de cada um depende do teor de sólidos presente nos resíduos, já o material gradeado, a escuma e a areia devem seguir para disposição final em aterro sanitário.

 

Por sua vez, os lodos primários e secundários necessitam de tratamento antes da disposição final. É a resolução 375, de 30 de agosto de 2006, do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) que define os critérios a serem seguidos para a utilização do lodo. Os tipos de tratamento são baseados em consonância com o objetivo pretendido, mas estão divididos em adensamento, estabilização, desaguamento, secagem térmica e incineração.


Em um contexto de crescimento demográfico e a maior demanda por recursos hídricos e o tratamento de efluentes, a preocupação acerca do que fazer com os resíduos do processo, o lodo, também cresce de maneira proporcional. Esse resíduo que podem trazer prejuízos ao ecossistema e à saúde, se submetidos a tratamento, podem se tornar produtos como fertilizante orgânico composto destinados para as mais diversas funções. Com isso, as empresas geradoras que encaminham seus resíduos para empresas que realizam essa atividade, além de estar a par das principais demandas legais do país, garantem que as suas metas de reciclagem sejam atingidas e assim se destacam no mercado pela postura sustentável.

O lodo é uma substância gerada ao final do tratamento de efluentes. Passado por todas as etapas do tratamento, o efluente se encontra não poluente e pode ser finalmente destinado em um corpo d’água estabelecido previamente. No entanto, mesmo com essa parte do processo concluída, o lodo ainda precisa passar por tratamento.


Visando aproveitar toda a capacidade do lodo, a compostagem mostra-se uma opção benéfica para o meio ambiente e para a empresa geradora.


A compostagem é o processo natural de tratamento de resíduos orgânicos urbanos, agroindustriais e agropecuários através da atividade de microrganismos aeróbios encontrados nos próprios resíduos sólidos. Ao unir o lodo junto a compostagem de resíduos como bagaços, cascas de frutas, cascas de eucalipto, entre outros, é possível transformá-lo em um fertilizante orgânico, como o produzido pela Tera Ambiental, o Tera Fértil, fertilizante orgânico composto.


Leia mais em:

Lixo e Aterro Zero: Como atender as metas de resíduos sólidos


Especialistas no assunto são categóricos ao enfatizarem que o futuro é o lixo zero, mas mesmo com a legislação voltada a incentivar atividades sustentáveis por setores governamentais e pela indústria, ainda estamos longe de atingir as metas estabelecidas. Segundo pesquisa realizada pelo Tribunal de Contas de São Paulo em 163 cidades, uma em cada quatro cidades do estado depositam seus resíduos em depósitos a céu aberto.


Esse é um dos principais desafios da sociedade, empresas e governo, contudo, a lei 12.305/2010 que regulamenta o PNRS (Plano Nacional de Resíduos Sólidos) define parâmetros rígidos que buscam melhorar os processos utilizados por empresas geradoras de efluentes e resíduos no País, evitando degradação do meio ambiente e da qualidade de vida da empresa. O PNRS tem vigência por prazo indeterminado e horizonte de 20 anos, com atualização a cada quatro anos.


Diante desse cenário, as empresas não querem ter suas marcas associadas à degradação ambiental e, por isso, estão investindo cada vez mais em alternativas que ofereçam a reciclagem e reaproveitamento dos resíduos. Logo, mantém-se adequadas às leis e normas ambientais e constroem uma imagem confiável e positiva perante seu público, fazendo com que atingir as metas de reciclagem torne-se uma parte dos objetivos gerais de uma empresa.


Zero Waste ou Lixo Zero


Especialistas e ambientalistas chegaram a conclusão que uma mudança drástica de postura deve ser aderida, a fim de garantir a preservação do meio ambiente e tentar reverter o impacto negativo que o ser humano proporcionou por tanto tempo na natureza.


O Zero Waste é um conjunto de leis, programas, técnicas, ações, métodos e tecnologias com o objetivo de criar condições para a coleta e destinação de 100% dos resíduos gerados pela sociedade, garantindo o tratamento e destino correto e assim diminuindo o impacto negativo no meio ambiente.


As principais metas são: redução da geração, reutilização, reciclagem do volume de resíduos coletados e a redução do volume dos rejeitos ao aterro sanitário.


Essa é uma postura crescente nos órgãos ambientais que propõe leis e normas no objetivo de controlar a geração, tratamento e destinação de resíduos.

Aterro Zero

 

O aterro sanitário é um dos principais destinos para o descarte final dos resíduos que passaram por tratamentos. No entanto, esses locais já demonstram não serem suficientes para receber crescente número de resíduos.


Segundo indicativos, acredita-se que as indústrias, principalmente a alimentícia, produzem no Brasil algo em torno de 94 mil toneladas/ dia e 34 milhões de toneladas/ ano de resíduos orgânicos, sendo que apenas 4,5% é reaproveitado.


Com o pouco reaproveitamento de resíduos orgânicos as indústrias ficam suscetíveis ao risco de serem multadas pela geração de passivo e destinação incorreta desses resíduos. E é nessa questão que o zero waste busca agir, pois sem a geração de passivos as empresas ficam isentas de quaisquer punições legais e jurídicas.


Resíduo é recurso


Com o conceito de lixo mudando ao longo dos anos, resíduo deixou de ser sinônimo de material sem utilização. O resíduo orgânico produz o chorume - efluente líquido produzido pela decomposição da matéria orgânica encontrada nesse tipo de resíduo, com isso, não apenas o solo é contaminado, como também todo o lençol freático próximo do local, afetando a médio e longo prazo o meio ambiente das comunidades próximas.


Comercialmente, as empresas que destinam seus resíduos para aterros podem ter perdas em algumas frentes:


Imagem da empresa: O consumidor está cada vez mais crítico em relação à postura das empresas das quais compra seus produtos. Com as redes sociais e a conectividade da internet ser sustentável deve ser algo além do discurso de propaganda.


Crime inafiançável: No Brasil, a legislação é vista com seriedade e suas punições, diferente de outras áreas, são pesadas e reais. Indo além das intermediações das empresas, mas também multando os gestores, diretores e responsáveis pela empresa.


Punições legais: A principal legislação ambiental do país é a PNRS, que indica, controla e estabelece punições para o não tratamento ou o descarte ilegal de resíduos.


Qual é o melhor caminho a ser tomado por minha empresa?


Como apresentamos, pouco a pouco os aterros deixarão de ser os  lugares mais recomendados para descarte, já que empresas podem ser expostas e responsabilizadas pelo mau condicionamento de seus resíduos orgânicos.


Diante dessa realidade, a compostagem é uma outra e melhor forma de reaproveitar os resíduos e não gerar passivos. Através de um processo biológico ocorre a transformação das sobras e alimentos em fertilizante - adubo orgânico, rico em fósforo e nitrogênio.


De acordo com o Art. 9 da PNRS, que hierarquiza a destinação de resíduos sólidos, fica indicado que os aterros sanitários devem ser procurados para destinação final, apenas em última instância, quando as outras possibilidades de reaproveitamento estiverem esgotadas.


Como indicamos acima, a indústria alimentícia produz altas quantidades de resíduos orgânicos, que estão entre os mais poluentes, desde água residuária até restos de alimentos e organismos. Ou seja, o que hoje pode ser um grande problema, pode se transformar em uma excelente maneira de atender às normas ambientais do governo, aumentar o valor à sua marca e acrescentar um ponto à seu argumento de vendas.


Entre os principais pontos da Política Nacional de Resíduos Sólidos estão:

Lei nº 12.305 de 02 de Agosto de 2010


Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos ; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências.


Art. 9o Na gestão e gerenciamento de resíduos sólidos, deve ser observada a seguinte ordem de prioridade: não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.

. 1o Poderão ser utilizadas tecnologias visando à recuperação energética dos resíduos sólidos urbanos, desde que tenha sido comprovada sua viabilidade técnica e ambiental e com a implantação de programa de monitoramento de emissão de gases tóxicos aprovado pelo órgão ambiental.


. 2o A Política Nacional de Resíduos Sólidos e as Políticas de Resíduos Sólidos dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios serão compatíveis com o disposto no caput e no § 1o deste artigo e com as demais diretrizes estabelecidas nesta Lei."


"Art. 3o Para os efeitos desta Lei, entende-se por:

VII - destinação final ambientalmente adequada: destinação de resíduos que inclui a reutilização, a reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinações admitidas pelos órgãos competentes do Sisnama, do SNVS e do Suasa, entre elas a disposição final, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos;


VIII - disposição final ambientalmente adequada: distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos;


A indústria, para se manter moderna e em sintonia com os interesses dos seus consumidores, precisa ter como meta alcançar o conceito zero, de lixo e aterro: trata-se de um objetivo ético, econômico, eficiente e sustentável.


Empresas de sucesso trabalham com metas de reciclagem


As questões envolvendo a reciclagem de resíduos são um dos temas mais debatidos atualmente no Brasil com a  Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) em evidência. O avanço das discussões sobre  leis, resoluções e práticas voltadas a sustentabilidade incentivam indústrias, empresas e centros comerciais a adotarem metas de reciclagem sobre a geração de seus resíduos.


No Estado de São Paulo, por exemplo, as empresas precisam ter metas de reciclagem desde 2010, quando a Resolução SMA 24 estabeleceu que fossem criados postos de entrega voluntária para embalagens, que os consumidores sejam orientados quanto à necessidade desses resíduos serem devolvidos para os fabricantes e que sejam cumpridas metas de recolhimento.


A preocupação com as metas são muitas vezes iniciativas das matrizes que aplicam essas práticas em seus países ou questões que envolvem diretamente a preocupação em relação a corresponsabilidade ambiental. Porém, há empresas que reconhecem a importância desse tipo de prática e o retorno com o aumento da credibilidade e valorização de sua marca a partir de suas iniciativas ambientais, como mostra o artigo “Consumidor valoriza empresa sustentável”.


No ano de 2016, a Corporate Nights listou as 100 empresas mais sustentáveis do mundo e o Brasil teve duas empresas na lista. A empresa Natura ficou em 61º lugar e o Banco do Brasil em 75º na lista The Global 100, com a pontuação de 60,70% e 58,80%, respectivamente.


Quem lidera a lista é a BMW, seguida pela francesa Dyssaut Systems e a finlandesa Outotec, com a pontuação de 80,10%, 75,70% e 74,40%, respectivamente.


No Brasil, a empresa que se destaca continuamente na busca por mais sustentabilidade é o Grupo Boticário, se destacando nacionalmente e internacionalmente. Em 2016, a empresa ganhou o prêmio internacional de sustentabilidade em Paris por conta da linha Cuide-se Bem.


Além da logística reversa que consiste no retorno de resíduos pós consumo dos produtos para os fabricantes, as empresas também estão preocupadas com a reciclagem dos resíduos gerados no processo de tratamento dos efluentes. Empresas já nos procuram por proporcionarmos a reciclagem completa dos resíduos líquidos destinados à nossa ETE que vai além do tratamento convencional com o reaproveitamento de 100% do lodo gerado por essa operação na compostagem, ajudando-as a cumprirem as metas estabelecidas.

Sustentabilidade ambiental faz parte da gestão de marcas globais

 

As medidas ambientais já são parte integrante da  realidade em gigantes como Coca-Cola, Nestlé, Procter&Gamble, Unilever, Walmart, McDonald's, Nike, IBM, Google, Siemens ou General Electric, mas pequenas e médias empresas podem se beneficiar também. Basta se inspirar nesses modelos.


Cada uma dessas empresas lançou, nos últimos cinco ou dez anos, programas que visam a sustentabilidade ambiental, para reduzir o consumo de energia, as emissões de gases de efeito estufa e o consumo de água. Isso mostra que mais do que o discurso pregado pelo marketing verde, as gigantes estão preocupadas com o meio ambiente.

 

Talvez um dos motivos seja a percepção de que os clientes estão mais conscientes e exigindo produtos com ciclo de produção sustentável, como mostramos no artigo Consumidor valoriza empresa sustentável. Mas segundo especialistas Peter Dauvergne e Jane Lister, autores do livro Eco-Business: A Big-Brand Takeover of Sustainability, o motivo é que, no mundo atual, as indústrias não são as fabricantes de todos os itens necessários para a produção de seus produtos. A Coca-Cola, por exemplo, é a maior compradora mundial de alumínio e açúcar, a segunda maior de vidro, a terceira de produtos cítricos e a quinta de café. Ou seja, é de seu interesse organizar o fornecimento desses produtos e estimular a sua reciclagem.

 

É indispensável que haja melhor uso da água, da energia, a redução do lixo e de emissões de poluentes dos milhares de fornecedores da indústria. Veja o caso da Walmart que tem mais de 100 mil fornecedores, dos quais 20 mil estão só na China. É por isso que os impactos das decisões dessas grandes marcas refletem de maneira mais rápida nos fornecedores do que decisões governamentais.

 

Outra mudança positiva reflete-se na adesão à logística reversa, estipulada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A lei não determina claramente qual a responsabilidade de produtores, importadores, distribuidores e comerciantes sobre o destino das embalagens dos produtos consumidos, mas a Coca-Cola e a Nestlé Waters, por exemplo, aderiram ao princípio da responsabilidade ampliada do produtor, que na prática exige um sistema de coleta financiado por fabricantes e importadores, pois tem como princípio que todos são responsáveis pelas embalagens.

 

Mas por que mesmo com tanto investimento em sustentabilidade a destruição ambiental continua? Segundo os autores, é porque as empresas continuam lançando cada vez mais produtos e estimulando o consumo, veja o mercado de automóveis: os carros são mais eficientes e consomem menos, mas as ruas nunca estiveram tão cheias.

 

De acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial publicou, lançado pouco antes da Rio + 20, é urgente repensar o crescimento econômico e o consumo em geral. O documento sugere estimular o uso compartilhado dos bens e recuperar os espaços urbanos para a convivência social.


A adoção de atividades que visam o tratamento e a redução de resíduos dentro de uma empresa passou a ser item fundamental no planejamento anual de objetivos e metas, independentemente do setor de atuação.


O avanço das leis ambientais implicou rígidas contra-partidas para quem não realiza o tratamento de seus resíduos gerados, com isso, empresas podem sofrer multas, autuações, parada de suas atividades e até prisão dos responsáveis. Sendo assim, atender a essas demandas está intimamente ligado à continuidade dos trabalhos de uma empresa e de seu crescimento no mercado.

 

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Tópicos: Metas de Reciclagem, tratamento de resíduos

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